Disse o poeta outrora: Todas as rosas
são a mesma rosa, entretanto, eunão infra-assino isto, porque a rosa que eu
versejo é o horizonte lento, é o mar bravio,
pois que cada um tarja à sua imagem o que
se lhe afigura.
Minhas impressões sobre o mundo são as
rosas que plasmo por ti.
Em filigranas de afeto eu delineio muito mais
do que vês... Pois até meus olhos que não
vejo vêem você.
Os meus símbolos são muito mais que a
estampa floral de um buquê, são as efígies
de afeto de rosas que cultivo em mim.
E cada rosa vai completando a beleza de
outra rosa como um caleidoscópio produzindo
infinitas combinações de cores. As rosas que
eu cultivo são os versos que esboço em
formas sutis. Esta é a singularidade que te
dou: de cada movimento estudado, de cada
momento traçado de minha caligrafia.
Com delicadeza, com calma eu modelo os
ornatos da esperança, da inspiração que vai
além do que consegues apreender nestas
metáforas.
Com poesia eu dinamizo o infinito, transcendo
a esfera imensa, o sol abrasador, o meu próprio
espírito, O TEU E O MEU AMOR.
Porque ele é a nossa única rosa...!
Hei de concordar de outra forma com o meu
poeta dileto: Quem se arrima à rosa não tem
sombra... O amor... ah!
Amor! A única rosa que te dou.

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