SOBRE ESTE ESPAÇO
❦ LÍRICOS OLHARES ❦
Este é um espaço dedicado à poesia, à palavra e ao pensamento. Um lugar onde sentimentos, memórias, experiências e reflexões encontram na escrita uma forma de expressão e permanência.
Criado como um encontro entre a sensibilidade e a observação da vida, o blog reúne poemas e textos que percorrem os caminhos do humano: seus afetos, inquietações, descobertas, ausências, encontros e transformações.
Aqui, a palavra não é apenas escrita; é presença, diálogo e possibilidade de olhar para dentro e para fora. Cada texto nasce do desejo de compreender a complexidade da existência e de transformar vivências em versos, narrativas e reflexões.
Este olhar é um convite à pausa em meio à pressa cotidiana. Um espaço para quem acredita que a poesia ainda tem o poder de tocar, despertar sentidos e criar pontes entre histórias diferentes.
Entre palavras, silêncios e pensamentos, este blog permanece como uma travessia pela delicadeza da vida e pela infinita riqueza da experiência humana.
Não para salvar, não para provar,
não para ser menos.
Iluminei para seguir inteira.
— Claudia Loureiro
29 maio, 2011
ARDOR (Cacau Loureiro)
24 maio, 2011
CANTADA (Cacau Loureiro)
22 maio, 2011
ALMA RARA (Cacau Loureiro)
que fazem canção em meu coração teso.
E eu canto feliz por me encantar com a
tua essência rara...
Pouso os meus lábios em teus lábios em
síntese e sagração aos nossos corpos...
A minha boca na tua é sopro de vida em
minha semimorta alma.
Na correria do mundo, ainda é belo assistir
ao milagre da vida, o amor que reacendes
em mim. Tu és aurora e pôr-do-sol em meu
poente, poesia para os meus poemas tortos.
Em teu semblante de alegria, alma rara, eu
procuro entender meus labirintos, a minha
vida de incógnitas.
Quando te olho e olho-me no espelho do
mundo há tantas órbitas, caminhos insanos...
É tanto querer que me habita, há tanto para
encontrar, descobrir, viver...
Por que todos os rumos levam-me a ti neste
mundo sem respostas?!
Há tanto ainda para se sentir, há tanto ainda
para se ter...
Minha viagem cármica mostra-me cruéis
humanos, direções opostas, mas, eu quero
e desejo ardentemente a mocsa!...



