SOBRE ESTE ESPAÇO
LÍRICOS OLHARES
LÍRICOS OLHARES é um espaço dedicado à poesia, à palavra e ao pensamento. Um lugar onde sentimentos, memórias, experiências e reflexões encontram na escrita uma forma de expressão e permanência.
Criado como um encontro entre a sensibilidade e a observação da vida, o blog reúne poemas e textos que percorrem os caminhos do humano: seus afetos, inquietações, descobertas, ausências, encontros e transformações.
Aqui, a palavra não é apenas escrita; é presença, diálogo e possibilidade de olhar para dentro e para fora. Cada texto nasce do desejo de compreender a complexidade da existência e de transformar vivências em versos, narrativas e reflexões.
Líricos Olhares é um convite à pausa em meio à pressa cotidiana. Um espaço para quem acredita que a poesia ainda tem o poder de tocar, despertar sentidos e criar pontes entre histórias diferentes.
Entre palavras, silêncios e pensamentos, este blog permanece como uma travessia pela delicadeza da vida e pela infinita riqueza da experiência humana.
REFLEXÃO
Não para salvar, não para provar,
não para ser menos.
Iluminei para seguir inteira."
Claudia Loureiro
25 abril, 2011
INSÓLITO (Cacau Loureiro)
DEVOÇÃO (Cacau Loureiro)
23 abril, 2011
À FLOR DA PELE (Cacau Loureiro)
15 abril, 2011
VENTURA (Cacau Loureiro)
vejo flores... e enquanto houver flores a
permear corações como o teu, o mundo
haverá de ser colorido!...
Ah, estes jardins por onde plantas a tua
liberdade e a tua graça em livre ser, belos
são assim como são doces os frutos que
brotam de tua inigualável florada, sementes
do bem que alimentam o coração dos elementares.
A tua beleza está na singeleza ao ver a vida,
em brincar como criança nos quintais em
primavera; o teu sorriso, aquarela que descerra
olhos de esperança...
Em meio as tuas cores eu pinto o meu caminho
em traços expressivos de contentamento.
A vida contigo é graça, leveza, aroma de lavanda,
cheiro de chuva na batida terra a adornarem meus
dias de ventura...
08 abril, 2011
ANTROPOFAGIA MODERNA (Cacau Loureiro)
que perderam seus filhos de forma injusta e indigna.
Quantos doentes da mente professam um Deus
mentiroso, num fanatismo fatal que jamais permitirá
saber-se o que é o amor e a tolerância.
Matam-se todos os dias os diferentes porque estão
no alvo do egoísmo e do orgulho mesquinho de
seres que se fecharam em seus conceitos retilíneos,
nos seus falsos moralismos, porque verdadeiramente
a diferença será a mudança.
Onde os olhos não veem e os corações não sentem,
não há santidade, quiçá salvação.
O que será impuro neste mundo vão?!
O Grande Mestre nos disse que o que é impuro não
entra pela boca, mas dela sai.
É preciso que os grandes homens, que não são os
poderosos de nossa terra, assumam um compromisso
com a vida.
Despida das lágrimas, pois que as minhas nada valem
diante de quem teve a perda irreparável de um filho
que jamais voltará a sorrir em suas vidas.
Não há choro que lave suas almas, não há luto que encubra
em seus espíritos a indecência que é a violência entre
os iguais.
Homens hipócritas, canibalismo selvagem!...
06 abril, 2011
PRÓDIGO (Cacau Loureiro)
O
traduz a
O
coloridos
e misturo-me à tua
belas artes, porquanto,
Das
de tua
de sonhos,
enfeitam
da
Sacia-me
Dá-me
dá-me
04 abril, 2011
FOGO MORTO (Cacau Loureiro)
01 abril, 2011
ALUMBRAMENTO (Cacau Loureiro)
Brisa fresca que me trouxe o mais suave
perfume de rara flor cultivada em azeites...
Puro encanto espalhado em gomos, em
pétalas de bem-me-queres.
Branca nuvem a embeber meus olhos de
ternura, meu coração de saudades...
Fresca manhã a despertar-me para a vida,
novedio fruto a esboçar-me novos sabores.
Meu coração abundante está em afeto que
sobeja e esbanja-se para além do que posso
crer, pois que já não mais me pertence.
A fonte do meu maior querer são teus olhos,
a água da minha mais ardente sede está em
teu oásis de lenidade.
Como refrear está força que me impulsiona
aos teus afetos, aos teus cantos de dulçor?
Ah! Estes meus dias radiosos de ti transformaram
o meu riso, estancaram o meu pranto.
O teu nome para mim é sol, deleite, primavera,
alumbramento!...






