SOBRE ESTE ESPAÇO
LÍRICOS OLHARES
LÍRICOS OLHARES é um espaço dedicado à poesia, à palavra e ao pensamento. Um lugar onde sentimentos, memórias, experiências e reflexões encontram na escrita uma forma de expressão e permanência.
Criado como um encontro entre a sensibilidade e a observação da vida, o blog reúne poemas e textos que percorrem os caminhos do humano: seus afetos, inquietações, descobertas, ausências, encontros e transformações.
Aqui, a palavra não é apenas escrita; é presença, diálogo e possibilidade de olhar para dentro e para fora. Cada texto nasce do desejo de compreender a complexidade da existência e de transformar vivências em versos, narrativas e reflexões.
Líricos Olhares é um convite à pausa em meio à pressa cotidiana. Um espaço para quem acredita que a poesia ainda tem o poder de tocar, despertar sentidos e criar pontes entre histórias diferentes.
Entre palavras, silêncios e pensamentos, este blog permanece como uma travessia pela delicadeza da vida e pela infinita riqueza da experiência humana.
REFLEXÃO
Não para salvar, não para provar,
não para ser menos.
Iluminei para seguir inteira."
Claudia Loureiro
14 fevereiro, 2012
SONDA-ME (Cacau Loureiro)
09 fevereiro, 2012
LAVRADIO (Cacau Loureiro)
cinja-nos a fronte com sua benignidade e mansidão.
02 fevereiro, 2012
REVELAR (Cacau Loureiro)
Pois que não há nada que me faça confluir
à inspiração senão pelo que vem de ti.
comoção de sentimentos, poema que não
descreve rimas, mas, traduz tuas benesses
em ternas orações, em dileções e preces.
O mundo é um privilégio, sortilégio é encontrar-te
e ter-te em íntimo trato... entrelaçadas mãos
de maior afeto, benfazejo toque.
Enigmas vários há neste universo, perguntas
sem respostas, segredos da Criação.
A Mãe Excelsa e a terra fértil te bendigam!...
Em teus olhos, em tuas mãos, em teu abraço,
não há incógnitas para maior e generoso amor...
01 fevereiro, 2012
CONFIANÇA (Cacau Loureiro)
festa eu sigo acordes mais mansos.
Neste dia de sol, alísios elevam as aves ao
céu e enfeitam meu espírito com mansidão.
Volto-me ao passado, não mais as ladeiras
do pretérito comovem ou cansam-me o eixo.
Meu tempo é de alegria e de fôlego tranquilo.
Aprendi que a justiça dos homens falha, mas
que o Supremo Criador dá conta de tudo e de
todos, porque o tempo de Deus não nos pertence
e que homens em altares nada valem.
Movo-me no mundo pela fé, movo-me pelo
invisível, movo-me porque sei que a certeza
que possuo é indestrutível...



