
Entrego em tuas mãos
tudo o que tenho...
Como resgatar o que não
mais está em meu domínio?
Ineludível correr contra o tempo,
contra o maquinismo insensível do
dar-se por completo.
Fugir para onde, deter-me por quê,
pois se ao teu encontro
eu vou mesmo sem querer?...
O coração que palpita insistente,
o cismar que permanece e não repousa
o meu espírito aflito.
As lembranças de tudo, pois que tudo
são lembranças...
A contenda inelutável que travo em meu ser,
o querer incontrolável do sentir.
Sentir-se cativa e desgarrada,
vencedora e vencida.
O meu ser exposto à própria vida,
à tua sorte, vagueando em terras distantes,
em céus infindos.
Eu acorro em socorro de mim mesma...
Ligo o rádio...
Ouço nossas canções.
O meu coração para o teu...
Descerrado, batido, enamorado!...
tudo o que tenho...
Como resgatar o que não
mais está em meu domínio?
Ineludível correr contra o tempo,
contra o maquinismo insensível do
dar-se por completo.
Fugir para onde, deter-me por quê,
pois se ao teu encontro
eu vou mesmo sem querer?...
O coração que palpita insistente,
o cismar que permanece e não repousa
o meu espírito aflito.
As lembranças de tudo, pois que tudo
são lembranças...
A contenda inelutável que travo em meu ser,
o querer incontrolável do sentir.
Sentir-se cativa e desgarrada,
vencedora e vencida.
O meu ser exposto à própria vida,
à tua sorte, vagueando em terras distantes,
em céus infindos.
Eu acorro em socorro de mim mesma...
Ligo o rádio...
Ouço nossas canções.
O meu coração para o teu...
Descerrado, batido, enamorado!...
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