
Uma força estranha impele-me
a você... eu não faço força para
ir contra esta força que me
impulsiona ao teu ser...
O desejo, a paixão, já me fizeram
sofrer, mas, quanto mais abro o
coração, menos tenho medo de
viver.
A ausência, a distância, só nutrem
os meus versos, que são cruentos,
difusos...
Desconheço ainda, o teu toque, o
teu abraço, assim, minha imaginação
voa, rola livre pelo espaço.
No meu coração ilimitado, eu teço
os meus versos em ritmos alados.
Gostaria de estar ao teu lado...
Controlo passo-a-passo as batidas
do meu peito alucinado.
Nestas métricas parcas, pálidas,
vou adiando minhas respostas...
Infiltras-te em meus ouvidos,
a minha inteligência obliteras,
instiga-me os sentidos, tal é a
tua suasão que me arrepias
todos os pelos...
a você... eu não faço força para
ir contra esta força que me
impulsiona ao teu ser...
O desejo, a paixão, já me fizeram
sofrer, mas, quanto mais abro o
coração, menos tenho medo de
viver.
A ausência, a distância, só nutrem
os meus versos, que são cruentos,
difusos...
Desconheço ainda, o teu toque, o
teu abraço, assim, minha imaginação
voa, rola livre pelo espaço.
No meu coração ilimitado, eu teço
os meus versos em ritmos alados.
Gostaria de estar ao teu lado...
Controlo passo-a-passo as batidas
do meu peito alucinado.
Nestas métricas parcas, pálidas,
vou adiando minhas respostas...
Infiltras-te em meus ouvidos,
a minha inteligência obliteras,
instiga-me os sentidos, tal é a
tua suasão que me arrepias
todos os pelos...
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