
Teus sons no vento me embalam
em encanto... meu tempo é estrada e
rumo, águas torrenciais que deságuam
enfim neste imenso mar dos desejos.
Longitude onde te busco com os
beijos da saudade... Quero te ver...
sentada no bistrô fresco destas
tardes em que dormito contigo, e
nas mãos a xícara repleta de florais
aromatizados, onde sorvo teus
lábios desenhados pelos anjos.
Prendo-me ao teu sorriso bonito,
termo que nada diz sobre esta
viagem que faço a brincar nos teus
olhos de oliva, luminosos.
Sem cessar os versos brotam, pois
a voz do universo cantou teu nome
em meus ouvidos...”; teus anelos me
enlaçaram no balanço adornado
pelas tranças do seu tempo langoroso.
E o sol, como mãos abertas, te oferece
feixes de flores e luzes, porque teu
riso iluminou-me as frestas obscuras e
deu ritmo aos meus tons destoantes.
Brindou-me com estes escritos atraentes
que falam da tua face e dos teus cabelos,
pois um rio inteiro agora se faz em rimas para ti!...
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Este é um espaço de criação e partilha literária.
Comentários são acolhidos quando dialogam com o texto e com a experiência de leitura.
Todas as mensagens passam por mediação.
Conteúdos de natureza pessoal ou relativos à vida privada não são publicados aqui — para preservar a delicadeza entre obra e intimidade.
Gratidão pela leitura sensível.