Eu busco, sim,
as trilhas da felicidade…
e isto
são relatividades da vida.
Há um ciclo novo,
mais consciente,
vindo em minha direção—
porque sinto,
com coragem,
sem me perder de mim.
A capacidade de transformação
exige esforço
e entrega…
pois me acolho
quando crio
e quando me despeço.
Nada fica para depois.
O fim do túnel
reluz
como preciosa joia—
então me visto
para o baile:
sem carruagem de abóbora,
sem o bater das zero horas,
sem os sapatos de cristal.
Eu me reconheço
todos os dias.
Meu espelho
é minha consciência,
com a qual converso
toda as noites,
quando me proponho
a viradas honestas.
Os arcanjos
me falam de superações,
nas madrugadas
de profundas meditações…
ante as espadas,
ponho o coração;
ante as injustiças,
tenho a clareza do tempo—
esse que voa
com os ventos
das novidades.
Quem cruza o meu caminho
não me define.
Estou inteira.
E não endureci.
Que quem venha
desperte o que já é meu—
porque estou viva,
de corpo e de alma.
E toda verdade
do que realmente sou
se levante
como flâmula
que tremulará
pela eternidade.
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