Para que dar negativas quando
Já tenho todas as respostas?!
Tua alma franca e generosa
tornou o meu ser cativo...
Se eu te digo ou te silencio, sabes
do prazer que é estar contigo.
Eu sonho de olhos abertos sob
o efeito do teu feitiço.
Meu coração bate em uníssono
com o relógio e ele não pára!...
Quatro paredes que me reprimem,
o próprio tempo que não passa,
são meus açoites.
Como então te descerrar a minha
vida de incógnitas?
Eu oscilo entre o tudo e o nada
nas ponderações do absurdo.
Meus lábios mudos, secos nos
estertores dos meus desejos...
Todos os apelos em minha pele,
em minhas mãos, em minha boca,
em meu ventre e em meus poros!
Já tenho todas as respostas?!
Tua alma franca e generosa
tornou o meu ser cativo...
Se eu te digo ou te silencio, sabes
do prazer que é estar contigo.
Eu sonho de olhos abertos sob
o efeito do teu feitiço.
Meu coração bate em uníssono
com o relógio e ele não pára!...
Quatro paredes que me reprimem,
o próprio tempo que não passa,
são meus açoites.
Como então te descerrar a minha
vida de incógnitas?
Eu oscilo entre o tudo e o nada
nas ponderações do absurdo.
Meus lábios mudos, secos nos
estertores dos meus desejos...
Todos os apelos em minha pele,
em minhas mãos, em minha boca,
em meu ventre e em meus poros!

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Este é um espaço de criação e partilha literária.
Comentários são acolhidos quando dialogam com o texto e com a experiência de leitura.
Todas as mensagens passam por mediação.
Conteúdos de natureza pessoal ou relativos à vida privada não são publicados aqui — para preservar a delicadeza entre obra e intimidade.
Para contato direto: 📩 [claudia.loureiro@live.com]
Gratidão pela leitura sensível.