Eu sigo pela vida achando caminhos, as
vias nítidas do sei que nada sei...
Passado cruzando os meus lumes, mas,
ainda, sorrindo eu sigo nos trechos dos teus
olhos que me veem como eu sou...
As tuas mãos abertas mostram-me as
clareiras da vida que me levam ao
encontro das flores perfumadas, exalações
vitais das almas afins em emanações que
o tempo de aprendizado pousou em teus
cabelos, e beijou os teus labelos com afeto,
cuidados em hálito de devoção...
Ah! Há a fluidez límpida que me compõe o
teu riso refrescante, corrente onde mergulho
anseios... borbulham prazeres.
Rumos claros, águas claras onde te amando
eu sigo... E assim, eu vou... passam os ventos
da primavera, mas, permanecem teus eflúvios
como um sol que deixa o meu espírito em êxtase,
e faz perdurar a chuva que me limpa as lágrimas
doridas... e resiste o vento forte que me traz a
fragrância bonita da vida que resplende em ti!

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