SOBRE ESTE ESPAÇO

❦ LÍRICOS OLHARES ❦

Este é um espaço dedicado à poesia, à palavra e ao pensamento. Um lugar onde sentimentos, memórias, experiências e reflexões encontram na escrita uma forma de expressão e permanência.

Criado como um encontro entre a sensibilidade e a observação da vida, o blog reúne poemas e textos que percorrem os caminhos do humano: seus afetos, inquietações, descobertas, ausências, encontros e transformações.

Aqui, a palavra não é apenas escrita; é presença, diálogo e possibilidade de olhar para dentro e para fora. Cada texto nasce do desejo de compreender a complexidade da existência e de transformar vivências em versos, narrativas e reflexões.

Este olhar é um convite à pausa em meio à pressa cotidiana. Um espaço para quem acredita que a poesia ainda tem o poder de tocar, despertar sentidos e criar pontes entre histórias diferentes.

Entre palavras, silêncios e pensamentos, este blog permanece como uma travessia pela delicadeza da vida e pela infinita riqueza da experiência humana.


Ao permanecer, iluminei.
Não para salvar, não para provar,
não para ser menos.
Iluminei para seguir inteira.

— Claudia Loureiro

07 dezembro, 2023

AINDA BEM QUE CHEGOU (Cacau Loureiro)


Hoje há um grande sol lá fora...

E outro aqui dentro do meu peito...

E que possamos fazer brilhar em nós ad aeternum.

A magia está em saber que merecemos um amor

poderoso, e assim eu te amo, coerentemente!...

E esta ardente luz desceu sobre nós como um manto

de proteção e bênçãos, coisas extranaturais da vida.

Há um lindo dia lá fora... pois, por ti eu fiz nascer um

novo dia... pedido em preces e louvores de quem

agradece pela vida, pela abundante vida que há em ti!

E que este braseiro de esperança e fé nos escreva

uma história diferente, não a ferro e fogo, mas, em

águas abastadas de respeito e temperança.

Há um imenso sol lá fora... e outro que arde farto

em meu peito... que calcina dores pretéritas e faz

germinar flores futuras, e ao futuro eu vou com o

buquê dos singulares amores, amarrados em feixes

de saudade, mas, enfeitados com as cores das

promessas, preparadas nas claridades que vem do alto.

Elevo o meu grande afeto para que ele seja ungido como

os manás no deserto e que estes manjares impermistos

possam matar a nossa fome e a nossa sede de afeições

honestas, sublimes...

Ainda de olhos fechados, eu, sei que fulgura um sol

lá fora e ele também chameja em meu íntimo para

fazer crescer a esperança em dias melhores... para

ofertar o amor em toda sua exuberância e abrangência.

Há um belíssimo sol lá fora, e ele veio forte e altaneiro,

adentrou a minha substância e a fez luzir como uma

manhã de verão... Ainda bem que chegou!...

2 comentários:

  1. Nesses dias tenho deseja do um belo sol dentro de mim como o que reluz lá fora. Agradeço por este belo poema.

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  2. Esses dias tenho desejado um sol dentro de mim como o que reluz lá fora.

    Agradeço por este poema.

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