LÍRICOS OLHARES

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"O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós." (Clarice Lispector)

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"Por mais que se mantêm em consideração as circunstâncias do tempo, do lugar, do gênio do povo, dos seus conhecimentos, de suas inclinações, falham os cálculos, desmoronam-se os edifícios, inutilizam-se os trabalhos e só se colhe o conhecimento de que não se acertou e que o coração do homem é um abismo insondável, e um mistério que se não pode entender". (Frei Caneca)




1 de junho de 2010

ACORDE (Cacau Loureiro)


Descortinar o teu céu é exercício primoroso...
Como prever o que há de vir quando o presente
já é tão caprichoso?!
Então deito meus desejos aos teus pés de promissões...
O vento vem forte, rasa-me de alegria, o entusiasmo é a
mola que me arremessa ao teu juvenil bailado.
A música que vem de ti é singularmente melódica, mas,
ainda marcadamente melancólica, contudo, há um sol

maior a permear as nossas notas.
Deixemos as velhas canções silenciarem no passado,
o que há de ser será melodia de nós tão própria.
Contigo conjugo um novo verbo, em carne e em
espírito eu vou fazendo esta viagem cósmica.
O infinito que abarco nesta hora é bonito e promissor,
neste caminho de tantos itinerários eu vibro uma única
corda, aquela que em meu coração chama-se amor...

6 comentários:

Sandra Botelho disse...

Puxa este texto emociona...
O que esperar do futuro se o presente já é tão maravilhoso...
Bjos achocolatados

C@urosa disse...

Querida Cacau Loureiro, poético e bastante reflexivo seu texto,a música sempre toca profundamente...e o coração amoroso.

forte abraço

C@urosa

ValeriaC disse...

Lindo Cacau florzinha...
O Amor colore a vida das mais infinitas formas...tem os acordes mais belos...que compõem as mais singelas canções...
Tenha uma doce e feliz semana...
Beijos...
Valéria

Lone D®@gon disse...

Eu é que agradeço Cacau
pelo teu endereço virtual
pela tua amizade e poesia
Você que é poeta...
... melhor, poetisa!
De mão, coração e alma cheia
Você se desliza
quando faz das palavras algo mais que brisa
um redemoinho de vento
um ninho para nossas asas
folhas no vendaval do pensamento
Você transmite folia
afinal ainda há poesia no carnaval
E é isso que há nos seus versos
um universo com múltiplas alegorias
Chego cometer uma gafe ao dizer:
O que escreve é como um vírus
é algo que se propaga
e mesmo depois de se ler
não se apaga
pois vaga em delírio
Vampiro a caça da presa
pois segue veia e deita no peito
de um jeito que me deixa assim
um quase poeta sem conserto
“perto” da complexa simplicidade
da poesia que há em ti

- Comentário para Cacau –
02/06/2010
14:11h
(Mu®illo diM@ttos)

Wanderley Elian Lima disse...

Olá Cacau
Obrigado pela visita ao meu blog, pelo comentário e por estar me seguindo. Quando puder volte, vou gostar muito. Gostei de seus textos.
Bjs

Marcio Rufino disse...

Mas que belza seu blog Cacau,

Estou simplesmente encantado. É mais do que compreensível que já tenha ultrapassado o número 200 de seguidores. Já começa pelo arrebatador texto do irrepreensível Khalil Gibran. Depois vem a sua não menos envolvente e sedutora poesia que vai como quem não quer nada e sem a gente perceber já nos pega pelo coração e pela mente. Olha te descobri através de minha amiga poeta Camila Senna e estou cada vez mais feliz pelo achado. Parabéns por ser a maravilhosa poeta que és. Continue passando sempre lá no nosso Emaranhado e no nosso Pó de Poesia. Seus comentários serão sempre bem vindos. Beijos poéticos!!!