Ele tira o véu de minha alma, e não mascaro
o meu desgosto, posto que diante D’ele
criança coloco-me, novata sou no espaço
do eterno infinito.
Deixo-me ao vento dos dissabores, contudo,
a mão do mestre é-me elmo e defesa.
O tempo cura as feridas, e todos e tudo passaremos,
assim como indefesos passarinhos.
O arauto da vida transforma o mundo, pois
que somente Ele, é justiça e amor.

Minha querida
ResponderExcluirUm poema melancólico e ao mesmo tempo doce, como o amor.
Deixo um beijinho com carinho
Sonhadora