Ah! E o sol brilhou em estribilho!
Canções de raios luminosos como o
teu sorriso radiante e tuas palavras
benevolentes!...
As flores, as quais tocaste com o teu
jeito de ser, abriram-se em gratidão...
frutificaram em cadeia na tua natureza
relevante, porquanto, não há solidão para os
que plantam o bem-querer com as próprias
mãos. E o tempo revigora o respeito que te
tenho, e o amor que te dou, pois, nas noites
quando as flores se abrem, eu cultivo a tua
alegria de viver e o teu olhar generoso para
a vida que nos apresenta em toadas de um
tempo novo, onde estamos lado a lado na
firmeza de um sentimento poderoso.
Nesta etapa em que estamos no caminho,
a seara que cultivamos sobrevive ante as
intempéries e ao caos dos dias atuais, mas
o que se planta com perseverança faz brotar
a fé, faz germinar a esperança de que dias
melhores virão... e de que o amor é semente
fecunda, é fermento gerador de edificação a
persistir ante a crueza dos homens deletérios
cimentados em suas naturezas quase mortas.

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