08 novembro, 2013

ÁSTREO (Cacau Loureiro)



Depuro meus sentidos para a emoção que
em mim despertas...
Espero-te nas esquinas dos planetas
iluminados... Vênus que nos atrai e nos
realiza quer nos presentear com a joia
rara de Saturno, anéis dos sublimes afetos,
laços eternos plasmados pela divindade.
E eu quero irromper em teu Universo de calor
e claridade como Marte dos meus nascedouros
dias, quentes e carmins.
Em véus e em ouro quero te perpetuar, pois
que és Sol em meus caminhos soturnos...
em minha Via Láctea de sonhos és luminosidade.
No céu sem limite do meu amor eu vou
descortinando o mundo imensurável que
me ofertas... o abismo dos teus olhos que
me acercam, as fronteiras dos teus lábios
em que me perco.
E neste abraço interestelar de nossas almas
eu edifico nosso planeta em caos, em luz e
em sons.... Explosões que me adormecem,
silêncios que me despertam em tua alvorada
de paz!...

Um comentário:

  1. Olá Claudia!

    Saudade!

    Exprime em meu verso,
    este imenso desejo de
    te rever...
    Eterno sentimento de
    meu querer!

    Este amor amigo, bem antigo,
    que nos faz sofrer. Vem, não tenha receio...
    somos feitos da mesma Argila,
    que molda, os corações amantes,
    de poetas solitários, em busca
    de inspiração!

    Apenas Saudade! Apenas o sorriso,
    as mãos trêmulas, dos olhos meigos, atraentes de nós dois.
    Amor amigo - amor bandido, feitos
    na emoção, de sermos amigos
    irmãos.

    Quero te indicar para uma cadeira na Academia Brasileira de Poesias - Casa Raul de Leoni.
    Me fala que sim!
    Beijos no coração!
    Robert Sheldon
    Titular Cadeira 39
    Patrono Vicente Amorim
    Academia Brasileira de Poesia
    Casa Raul de Leoni - Petrópolis
    (24) 988136276




    ResponderExcluir

Este é um espaço de criação e partilha literária.
Comentários são acolhidos quando dialogam com o texto e com a experiência de leitura.

Todas as mensagens passam por mediação.
Conteúdos de natureza pessoal ou relativos à vida privada não são publicados aqui — para preservar a delicadeza entre obra e intimidade.

Gratidão pela leitura sensível.