06 novembro, 2010

IMANENTE (Cacau Loureiro)



O páramo que sobrevoo em tua
morada é de azul sem par, infinito,
transcendental....
Tuas estrelas resplandecentes
mostram-me caminho contemporâneo.
Não temo a tua rota, porque o teu
rumo eu vou tomando como nau...
Não posso parafrasear tal sortilégio.
Teu sol brilhante a reviver-me o
espírito inculto, minha vida tosca.
Neste domínio que a mim se apresenta
indecifrável, eu pressinto-te, eu
escuto-te nos mais silentes recônditos.
Na minha mente absorta, na minha
alma errática, no meu coração vagueante...
A tua imagem fixa!...

4 comentários:

  1. Minha querida

    Um poema maravilhoso...quase uma oração. adorei ler.

    Beijinhos com carinho
    Sonhadora

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  2. Forte, intenso e cheio de emoções. Adorei!

    Beijos pra Ti

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  3. oi
    vim ver e ler vc

    mui bueno

    prazer

    vi vc por aí.

    bjoo

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